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Incêndios atingem zona rural de Anajás, no Marajó, e famílias pedem ajuda às autoridades

Incêndios atingem zona rural de Anajás, no Marajó, e famílias pedem ajuda. Reprodução/Redes sociais Incêndios atingem áreas de mata na zona rural de Ana...

Incêndios atingem zona rural de Anajás, no Marajó, e famílias pedem ajuda às autoridades
Incêndios atingem zona rural de Anajás, no Marajó, e famílias pedem ajuda às autoridades (Foto: Reprodução)

Incêndios atingem zona rural de Anajás, no Marajó, e famílias pedem ajuda. Reprodução/Redes sociais Incêndios atingem áreas de mata na zona rural de Anajás, no Marajó, na noite desta quinta-feira (5). Moradores de comunidades ribeirinhas pedem ajuda às autoridades. Segundo a prefeitura, cinco bombeiros militares e 11 bombeiros civis trabalham no combate às chamas, mas a dificuldade de acesso e a falta de água prejudicam a operação. O g1 pediu um posicionamento ao Corpo de Bombeiros e aguarda retorno. ✅ Clique e siga o canal do g1 PA no WhatsApp A assistente social Ieda Lobato, moradora do município, relata que os incêndios ocorrem em localidades rurais distantes da área urbana e deixam famílias ribeirinhas desesperadas. Segundo ela, a fumaça chega à cidade diariamente há mais de duas semanas. “A fumaça já chegou aqui no município. Todos os dias é possível ver aqui na cidade”, afirma. Ieda também relata que o município não tem uma brigada de bombeiros e que, durante o verão amazônico, os igarapés secam, o que dificulta o acesso às comunidades. Equipes enfrentam horas de deslocamento A Prefeitura de Anajás informou que pediu apoio ao governo do estado, que enviou cinco bombeiros militares. A gestão municipal também contratou 11 bombeiros civis. Segundo a prefeitura, as equipes já atuam nos locais dos incêndios e utilizam abafadores. Agora no g1 O deslocamento até os focos de incêndio é um dos obstáculos. De acordo com a gestão municipal, o barco que transportou a equipe leva cerca de oito horas de viagem. Depois do percurso pelo rio, os bombeiros ainda precisam percorrer quase três horas de moto para chegar ao local de atuação. A prefeitura afirma que a falta de água, agravada pela forte estiagem na região, também impede o avanço do combate às chamas. “Todo esforço está sendo insuficiente no combate ao incêndio florestal justamente por se tratar de uma região de difícil acesso”, informou a gestão municipal. Prefeitura pede mais apoio Além da contratação dos bombeiros civis, a prefeitura informou que alugou um barco para servir de base de apoio às equipes, com alimentação e hospedagem, e motos para os deslocamentos. A gestão municipal afirma que continua pedindo ajuda aos órgãos competentes diante da dimensão do incêndio e das dificuldades para conter as chamas. Sobre a origem do fogo, a prefeitura informou que ainda não é possível afirmar se o incêndio é criminoso e que aguarda as investigações dos órgãos competentes. VÍDEOS: veja todas as notícias do Pará Confira outras notícias do estado no g1 PA