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Mounjaro clandestino: mulher é indiciada por comércio ilegal em hospital no litoral de SP

Fornecedora de Mounjaro clandestino em hospital de Santos é indiciada Divulgação e Getty Images via BBC Uma mulher foi indiciada pela Polícia Civil por com...

Mounjaro clandestino: mulher é indiciada por comércio ilegal em hospital no litoral de SP
Mounjaro clandestino: mulher é indiciada por comércio ilegal em hospital no litoral de SP (Foto: Reprodução)

Fornecedora de Mounjaro clandestino em hospital de Santos é indiciada Divulgação e Getty Images via BBC Uma mulher foi indiciada pela Polícia Civil por comércio clandestino de tirzepatida — substância conhecida como Mounjaro — em um hospital de Santos, no litoral de São Paulo. A imagem dela foi divulgada censurada. O indiciamento da fornecedora ocorreu na última quarta-feira (11), mas a operação que resultou na apreensão dos insumos foi realizada em 2 de dezembro de 2025, quando a investigação avançou. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. Policiais do 2º DP chegaram à fornecedora e a duas profissionais de saúde de um hospital no bairro Campo Grande após denúncia. A 7ª Região Administrativa Judiciária (RAJ) de Santos expediu mandados de busca e apreensão para os endereços das investigadas e para o hospital. Durante a ação, os agentes apreenderam ampolas de tirzepatida que estariam sendo comercializadas irregularmente pelas duas profissionais de saúde. Não foi informado se elas foram afastadas das atividades. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Na ocasião, uma das mulheres — técnica de enfermagem — foi localizada em Praia Grande, também no litoral paulista. No imóvel, os policiais encontraram duas ampolas sem prescrição médica e o celular, que passou por perícia. O laudo pericial analisou o aparelho e revelou mensagens de WhatsApp com negociações diretas entre a técnica e a indiciada sobre a venda de medicamentos, incluindo diferentes dosagens. Em um dos trechos destacados, a mulher afirma: “Amiga, eu não vendo esse daí de 12,5 (mg), eu vendo a ampola de 15 mg”. Para a polícia, isso indica que ela tinha estoque e conhecimento técnico sobre o produto. De acordo com o 2º DP de Santos, as conversas sugerem fluxo contínuo de vendas e a existência de uma rede informal de distribuição. Com base nisso, a mulher foi indiciada por comércio clandestino de medicamentos. VÍDEOS: g1 em 1 Minuto Santos